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Arrests Made Over Alleged Vandalism at Lincoln Memorial Reflecting Pool

Após renovação de US$ 14 milhões, o Parque Nacional dos Estados Unidos investiga ato de vandalismo

Arrests Made Over Alleged Vandalism at Lincoln Memorial Reflecting Pool

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No último sábado, o Presidente Donald Trump anunciou que a Polícia do Parque Nacional dos EUA havia realizado diversas prisões relacionadas a atos de vandalismo no Lincoln Memorial Reflecting Pool. O local, que foi recentemente submetido a um projeto de renovação que custou mais de $14,65 milhões, agora enfrenta problemas com o crescimento de algas e descascamento da pintura, levando a uma forte repercussão nas redes sociais.

Depois de um final de semana agitado, visitantes do famoso espelho d'água começaram a compartilhar fotos e vídeos nas redes sociais, documentando a aparência verde do lago devido às algas. Um funcionário do Serviço Nacional de Parques foi visto utilizando um equipamento de limpeza para tentar remover as algas do fundo do espelho d'água em 20 de junho de 2026.

O Impacto do Vandalismo

Trump descreveu o vandalismo como um crime grave que afeta monumentos nacionais, afirmando que aqueles que cometem tais atos estão sujeitos a longas penas de prisão. No entanto, os detalhes exatos das prisões feitas não foram especificados em suas postagens.

"Esses são crimes muito sérios relacionados à destruição de Monumentos Nacionais. Anos na prisão", pronunciou Trump em sua plataforma de mídia social. As repinturas realizadas pelo Departamento do Interior foram feitas com um custo superior ao esperado, o que gerou mais escrutínio sobre a gestão do recurso público.

Reparos Imediatos ao Espelho d'Água

Em seguida, o presidente comentou que os reparos no espelho d'água começariam "imediatamente", mencionando que seria necessário drenar parcialmente a água do local devido à suposta sabotagem dos revestimentos. Trump acusou os vândalos de jogar substâncias químicas corrosivas no lago, causando danos ao revestimento.

As alegações de Trump incluíram detalhes sobre um grande corte no revestimento, que teria um comprimento de 250 pés, feito por alguém que teria usado uma faca ou lâmina. Essa declaração gerou confusão sobre qual monumento ele estava realmente se referindo.

Comentários Adicionais e Reações

A respeito de uma das prisões mencionadas, um homem foi identificado como David Hearn, um canoísta olímpico de 67 anos, que negou qualquer envolvimento com a suposta destruição. "Não vandalizei nada. Eu não destrui ou quebrei ou descasquei nada. Quando percebi o que estava acontecendo, já tinha sido colocado em algemas", disse Hearn ao Washington Post.

A situação continua a se desenrolar, e muitos questionam a eficácia da gestão da manutenção do patrimônio histórico e a responsabilidade das autoridades em relação à proteção de monumentos culturais.

Escrito por Equipe Portal CTMC